Depois de mais de 2 mil anos de presença em Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, os cristãos receberam um ultimato e foram obrigados a abandonar a região nestes últimos dias, deixando todos os seus bens para trás. O Estado Islâmico lhes deu as opções: morrer; se converter ao islamismo; pagar o imposto dos infiéis (a jizya) e viver sob a lei da sharia; ou deixar a cidade imediatamente.
“A minha Diocese não existe mais. O Estado Islâmico levou-a embora”, diz Arcebispo de Mossul
No último domingo, o Papa Francisco telefonou para o patriarca da Igreja Católica Síria, Ignace Joseph III Younan. O pontífice disse que está muito preocupado com o drama dos cristãos expulsos de Mossul, e que está orando pela paz no Oriente. As lideranças das igrejas do Oriente estão se articulando junto com o Vaticano para realizar um esforço diplomático junto às instâncias islâmicas moderadas (será que isso existe?!). Também pretendem pressionar a comunidade internacional a quebrar o vergonhoso silêncio e passividade diante desses fatos.
Os jihadistas avançam com plano de dominação mundial, e a comunidade cristã em TODO o Iraque está correndo o risco de desaparecer. Coloquemos o nosso coração junto do coração desses irmãos iraquianos refugiados e humilhados. Que, em meio a suas dores, eles possam se alegrar e exultar, pois grande será sua recompensa. Rezemos e façamos penitência por eles!
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