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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Santidade não tem idade - A pequenina Nelie de quatro anos


"Não! Esse é o sinal para que eu estava esperando...", exclamou o  Papa São Pio X, depois de ouvir sobre a vida santa da pequena  Nellie. Alguns meses mais tarde, em 1910, ele publicou "Quam singulari", que reduziu significativamente a idade da Santa Comunhão para crianças.
ESSA FOI UMA DAS HISTÓRIAS QUE MAIS ME EMOCIONOU... e para o proveito das almas, compartilho mais essa experiência linda, cativante e cheia de amor ... de quatro anos de idade! Nellie Organ, outra quase desconhecida, pequenina em tamanho, mas um gigante de santidade... Vou reduzir a história ao máximo e me ater a alguns momentos da vida da pequena.
A pequenina Nellie (batizada como Ellen, mas chamada carinhosamente de Nellie) viveu apenas quatro anos e meio de idade, e por boas razões ela é conhecida como "A Pequena Violeta do Santíssimo Sacramento." A notável história de sua curta vida começa com seu nascimento, em 24 de agosto de 1903, na Irlanda. 
Seu pai, William Organ e sua mãe Mary Aherne Organ se casaram em 04 de julho de 1896 e seu casamento foi logo abençoado com quatro filhos: Thomas, David, Maria e, por último, Nellie. Como o desemprego era muito alto, nesse momento, na Irlanda, seu pai William teve  que escolher entre a emigração e alistamento como soldado. 
Quando Nellie tinha apenas dois anos, o pai escreveu: " Ela apertava a minha mão e seria capaz de ir até a Missa,  tagarelando todo o caminho sobre o Santo Deus. Esse foi o jeito que ela sempre falava de Deus, e eu não sei onde ela poderia ter aprendido..."
 Nellie amava muito o pai e seu primeiro pedido quando sua mãe saiu para compras foi para que comprasse um rosário para o papai. Uma noite, o pai disse que ia em serviço de sentinela. Nellie disse: "Eu vou ser sentinela em seu lugar."Você vai dormir", disse o pai.  "Não", disse Nellie, "Eu vou esperar por você", e quando ele voltou algumas horas depois, ela estava acordada, esperando por ele.  Os nomes sagrados foram as primeiras palavras que ela aprendeu e a noite a família rezava junto o Rosário. Sua mãe lhe ensinou a beijar o crucifixo e as grandes contas, um hábito que Nellie mantida.
Em 1905 a família se mudou para Pico, uma ilha fortaleza situada em Cork Harbor.  A saúde da mãe, que nunca havia sido robusta, agora piorava.  Piedosa e temente a Deus, a Sra. Órgan passou seus últimos meses inteiramente entregue a Nosso Senhor e seu rosário nunca estava fora de suas mãos. Perto do final, ela se agarrou a Nellie com tais transportes de afeto que a criança teve que ser arrancada, quase rudemente, de seu abraço morrendo.  Ela morreu de tuberculose, em janeiro de 1907.
O mais velho dos filhos tinha apenas nove anos na época, e seu pai foi contratado durante todo o dia em seus deveres militares, sendo que as crianças foram  para instituições de caridade. Nellie e sua irmã foram acolhidas com cuidados verdadeiramente maternais pelas irmãs do Bom Pastor, na cidade de Cork, Irlanda. Ali, Nellie chamava a todas as freiras de " mãe".
 Após um período de muitas dores, pois a menina padecia de sérios problemas na coluna, foi descoberto que estava com tuberculose. A ela restavam apenas poucos meses de vida...
Durante esse tempo, quando Nellie ainda estava confinada à cama na enfermaria, um pequeno altar sobre o qual havia uma estátua do Menino Jesus de Praga atraiu a atenção dela.  Ela perguntou a senhora que a acompanhava sobre a estátua e ela explicou a Nellie que era uma imagem de Nosso Senhor, quando criança. Imediatamente o interesse de Nellie estava transbordando. 
Blog de exortacaoeavisos : EXORTAÇÕES, Santidade não tem idade - A pequenina Nelie de quatro anos
A senhora começou a narrar a história do nascimento de Jesus Cristo e Seu grande amor por nós. A criança ouvia a tudo com toda a atenção e interesse, começando também uma amizade com o Menino Jesus de Praga com toda a simplicidade doce da infância. Conversava com Ele  familiarmente.
Certa vez, Nellie chamou uma das garotas e disse-lhe: "Maria, dá-me o meu bebê", pois é assim que ela sempre falava da pequena estátua do Menino Jesus de Praga.  Maria não prestou atenção no início, mas Nellie continuou: "Dá-me o meu bebê", até que Maria, para ter paz, disse: "Eu vou dar a você, Nellie, mas por favor, não vá quebrá-lo ou Mãe Francis vai ficar com raiva."  Com o Menino Jesus de Praga ao seu lado, Nellie, agora perfeitamente feliz e contente, abraçou a pequena imagem, silenciando-o em seus braços a beijá-la, com muitas palavras carinhosas e murmúrios de afeto. Então ela colocou-o no chão ao lado das panelas e frigideiras.  Maria continuou com suas atividades,  mas vamos agora continuar nas próprias palavras de Maria: " De repente Nellie ficou muito animado e gritou: 'Maria, Ele está dançando para mim! Coloque mais música! Ele está dançando para mim!" repetia, só parando para chorar. Eu pensei que a criança tinha enlouquecido." Depois de mais alguns momentos, ela parou de repente, e, infelizmente, com uma voz pouco decepcionada  disse: "Ele parou  agora." And thus she became quiet once again.' E, assim, ela ficou quieta, mais uma vez. " 
 À medida que os meses se passaram, Nellie adoecia mais...  Muitas vezes, as boas irmãs traziam flores para Nellie para iluminá-la durante seus dias tristes de doença."Não é Santo Deus bom", ela dizia, "por ter feito tais lindas flores para mim?" Em uma dessas ocasiões, Maria abriu a porta do quarto de Nellie e disse: "Bem, Nellie, como você está hoje?" Para sua surpresa, Nellie respondeu em tom de censura: "Você não conseguiu Santo Deus esta manhã." Maria pensou que talvez Nellie tinha ouvido que se deslocam sobre na cozinha, e por isso uma idéia lhe ocorreu para testar Nellie da próxima vez. Ela foi até a porta do edifício, abriu o trinco, e fechou a porta de novo, dando a impressão, como ela pensou, que ela tinha realmente ido à Missa Ela, então, tirou as botas, e durante o tempo de Missa se movia o mínimo possível na cozinha. Quando ela voltou para o quarto de Nellie, ela parecia muito preocupada. A criança, no entanto, fixou os olhos pensativos sobre o rosto de Maria, e, em seguida, as mesmas palavras foram ditas com reprovação e tristeza: "Você não conseguiu Santo Deus hoje". "Como você sabe, amorzinho?" disse Maria. "Você não ouviu-me fechar a porta?"  "Não importa", disse a criança, "Eu sei que você não conseguiu Santo Deus." 
A Enfermeira Municipal deu o seguinte relato do comportamento extraordinário de Nellie, por ocasião da sua primeira visita à capela durante a exposição do Santíssimo Sacramento. Nellie nunca tinha realmente visto a Sagrada Hóstia exposta no ostensório. Para surpresa da enfermeira, a pequena disse num sussurro reverente: "Ali está Ele,  Deus Santo" e com sua mãozinha, ela apontou para o ostensório, de onde ela não mais tirou os olhos numa expressão de êxtase.
 Daquele dia em diante, por algum aviso interior, sem um único sinal exterior para guiá-la, Nellie sempre sabia quando havia exposição do Santíssimo no convento. Assim, nos dias de Exposição, ela dizia: "Leve-me até a capela eu sei que Deus Santo não está no bloqueio hoje.". Muitas vezes ela chamaria a Eucaristia de "Jesus escondido".
Chegou um momento em que o apetite de Nellie, sempre pequeno, parecia falhar completamente. Ela iria segurar sua pequena tigela de caldo de carne ou de leite, girando e girando a colher sobre nele, mas recusando-se a comer. Quando pressionado a engolir alguns, ela tentou cumprir, mas engolir deixava evidente que algo a estava machucando muito, uma ferida. O médico foi chamado para examinar a garganta de Nellie mas não conseguiu encontrar nada de errado.  Nellie ouviu sua opinião com calma, não chorou sobre ela e nem sobre sua dor, mas continuou a afirmar, no entanto, que a sua garganta estava ferida. Finalmente, a boca pequena foi explorada a fundo, e um novo dente foi descoberto que tinha acabado de cortar o seu caminho através da raiz da língua, inteiramente no lugar errado, é claro. Logo se descobriu que a pobre Nellie tinha uma mandíbula doente; e o dente, cortando a tal ponto, deve ter causado uma dor muito séria. No entanto, surpreendentemente, ela não chorou enquanto ela estava sendo removido. 
Mãe Francis Xavier tinha instruído Nellie sobre o significado do crucifixo e a vida de Nosso Senhor. Todo esse tempo, a tuberculose estava perdendo o quadro do bebê. Não foram só os pulmões de Nellie afetados, mas sua mandíbula tinha começado a desmoronar a partir da doença conhecida como "cárie".  No final, saiu em pedaços, e o odor dele foi extremamente desagradável e, por vezes, insuportável.  Quando a dor era maior que ela costumava ficar imóvel na cama, com os braços cruzados sobre o peito, seus dedos dobrados em torno de seu crucifixo.
 Uma manhã, a Irmã Imaculada e enfermeira Hall foram juntas para visitar a pequena paciente, que havia passado uma noite muito agitada, devido a seus muitos sofrimentos. Foi então que a seguinte conversa extraordinária ocorreu: "Como você está hoje, querida?" perguntou a enfermeira Hall. "Eu pensei que você teria ido com o Santo Deus por esta altura." "Oh, não!" Nellie respondeu: "Santo Deus disse que eu não sou boa o suficiente para ir ter com ele ainda." "O que você sabe sobre o Santo Deus?"  perguntou a enfermeira. "O Santo Deus é Aquele que vem e fica ali" respondeu a criança, apontando para o lado de sua cama ". A enfermeira ea irmã se entreolharam com espanto. "Onde estava ele, Nellie?" perguntou a irmã. "Ali", ela repetiu com confiança, apontando para o mesmo local. "E o que ele era?" perguntou a irmã novamente.  "Assim", respondeu Nellie, colocando a mão em seu peito em uma posição dobrada. Irmã Imaculada e a enfermeira  estavam naturalmente estupefactas com esta revelação. Era uma fantasia infantil ou tinha Deus realmente favoreceu esta criança como Ele tinha favorecido outras almas escolhidas? Depois de alguma discussão, ambos concordaram que seria mais prudente para não mencionar o assunto a ninguém, a não ser a si mesma Nellie deve falar sobre isso novamente. Nellie estava fazendo passos incríveis na fé e santidade. Ela tinha aprendido de cor as orações matinais e vespertinas, os atos de fé, esperança e caridade, os principais mistérios da religião, e grande parte da história da vida de Jesus Cristo. Ela tinha uma devoção extraordinária à Paixão de Nosso Senhor Divino, e quando exortou-a a unir seus sofrimentos com os de Jesus, ela parecia entender a idéia imediatamente e estava preparado para fazer o sacrifício heróico e de suportar o sofrimento mais atroz sem um murmúrio de queixa. Se alguém sentia pena dela, sorria e dizia: "O que é isso comparado com o que Ele sofreu na cruz por mim?"  
 Não muito tempo depois, quando Nellie estava completamente acamada, ela expressa um forte desejo de ser levada na Missa para adorar Jesus na presença do Santíssimo Sacramento, e além do mais ela logo expressa suspiros de saudade do então inédito privilégio na infância de receber a  Sagrada Comunhão. Durante este tempo, a idade normal para a primeira comunhão foi de pelo menos 12 anos de idade.
Muitas vezes, agora ela foi ouvido repetindo para si mesma: "Oh, eu estou ansiando por Deus Santo. Gostaria de saber quando Ele virá. Estou ansiosa para tê-lo em meu coração." Todo o mês de novembro 1907 passou, assim, no desejo santo, no sofrimento pacientemente suportado, e em pensamentos de Jesus no Santíssimo Sacramento de amor. Como dezembro chegou, as irmãs tinham começado um retiro de dez dias que era para acabar em 8 de dezembro, festa da Imaculada Conceição, com o padre Bury, SJ.  Naturalmente, as Irmãs mencionaram a ele o desejo de levar a Santa Comunhão ao andar de cima para a "criança extraordinária". Padre Bury ouviu com afeição o pedido, foi para cima e teve uma conversa com Nellie. "O que é a Santíssima Eucaristia?" perguntou ele. A resposta de Nellie era tudo dela: não havia um toque de treinamento ou catecismo sobre isso. "É Santo Deus", ela balbuciou: "É Ele que faz as freiras e todos os outros santos." Em outra ocasião, ela dizia: "Jesus vem em minha língua e desce em meu coração." As palavras eram de fato as palavras de uma criança, mas a doutrina foi profunda.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Após ver o inferno, atriz alemã desiste da carreira para se tornar eremita


Uma experiência impressionante mudou radicalmente a vida de Katja Giammona. Saiba o que a fez abandonar as telas de cinema para entrar no silêncio e no escondimento da vida religiosa.
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O novo livro do jornalista Antonio Socci, Avventurieri dell'eterno (Rizzoli, 2015), apresenta aos leitores o incrível testemunho de Katja Giammona, uma história que – assegura o autor – "tocará o fundo de sua alma".
A entrevista da ex-atriz foi dada com a permissão específica de seu pai espiritual. Para ela, de fato, "retirada do mundo com toda a sua vaidade", os contatos com o mundo externo são extremamente reduzidos, quase inexistentes. A disponibilidade para a entrevista foi dada via e-mail e telefone. Benedita – como hoje se chama, na vida religiosa – só concordou em falar porque sabe que "o seu testemunho pode ajudar a muitos".
Nascida em Wolfsburg, na Alemanha, a 11 de julho de 1975, em uma família de testemunhas de Jeová, Katja foi ensinada desde a infância a ler a Bíblia e acompanhar os pais em sua caminhada religiosa. Mas, ainda no começo de sua adolescência – graças a uma amiga católica e à ajuda de um pastor protestante –, a jovem sentiu o desejo de levar à perfeição o seu batismo, entrando plenamente na Igreja Católica (o batismo das testemunhas de Jeová, recorda Katja, não é considerado válido pela Igreja, porque não é ministrado em nome da Trindade, mas tão somente em nome de Jesus).
Nos anos 90, Katja trabalhou na televisão e no cinema, realizando o sonho de tornar-se uma atriz famosa, seja na Alemanha, seja na Itália. Mas a sua carreira foi definitivamente interrompida porque, como ela mesma explica, "Cristo me queria para si, e que eu vivesse e trabalhasse somente para Ele, e não para fazer carreira para a TV e para o inferno".
Em fevereiro de 2002, estando em Berlim para o Festival Internacional de Cinema, aconteceu algo que mudou radicalmente a sua vida. Em visita à casa de alguns amigos, ela caiu num sono profundo, talvez por um desmaio ou pelo cansaço, indo parar em um pequeno quarto escuro. Naquele lugar, ela viu em torno de si muitas chamas que se elevavam do chão e começou a correr desesperadamente, sem achar uma saída.
Foi uma experiência real e impactante do inferno, a qual, embora tenha durado alguns momentos, pareceu-lhe uma eternidade. Ali, Katja encontrou um demônio disfarçado de jovem, que ria dela, dizendo: "Pode correr, mas daqui você não sai". Mesmo com o corpo intacto, ela sentia dores de queimaduras, um "sofrimento terrível", durante o qual ela chegou a pensar que iria morrer:
Eram sobretudo os pecados contra a castidade que me tinham levado à perdição. (...) O demônio ria do fato de que a minha alma, que procurava o verdadeiro amor, que é Cristo, tinha sido afastada do caminho do seu Reino. Ele me mostrou os rapazes que passaram pela minha vida, ainda que apenas através de uma paquera ou de um pensamento. O nosso bom Senhor Jesus nos ensina, no Evangelho, que é possível pecar só com um olhar ou um pensamento (cf. Mt 5, 28). O ser humano quase sempre se esquece disso.

Sim, porque não entendemos quão loucamente somos amados por Deus, com um amor infinitamente maior que o de qualquer ser humano. Se considerássemos apenas isso, não poderíamos julgar insignificante 'um pensamento'. Quem ama é imensamente vulnerável, pode ser ferido pela pessoa que ama, ainda que só por uma palavra ou um pensamento. (...) Alguém que ama você não se sentiria profundamente ferido, sabendo do desejo que você tem por outra pessoa? E nós achamos que não ferimos o Senhor Deus?

É assim mesmo. Se apenas compreendêssemos quão imensamente somos amados...!
Também ficou profundamente gravado em sua memória o fato de que:
Esses homens, meus amigos, que caminhavam nas chamas, permaneciam ali. O demônio me disse que era ele quem tinha me seduzido através deles. Tinham sido usados por ele. Também notei que havia um ou outro que não ficava naquelas chamas. Isso significava que eles não estavam no inferno, talvez tivessem se confessado dos seus pecados. Mas aqueles outros permaneciam ali. Compreendi que eles já estavam no fogo e, depois, foram enviados a mim para atirar-me nas chamas. O demônio usa especialmente aqueles que já estão em pecado mortal para atirar outras almas no abismo.
Em dado momento, através de uma fenda "aberta" no quarto, Katja viu a sua mãe. Convertida à fé católica há alguns anos, ela havia cultivado o piedoso costume de levantar-se à noite para rezar a coroa de Santa Brígida [*]. O relógio da sala marcava três horas da madrugada e, enquanto sua mãe rezava, Katja suplicava-lhe ardentemente por oração (já que ela "não podia rezar a Deus por si mesma" naquele estado): "Mamma, prega per me! Ti scongiuro, prega per me! – Mamãe, reza por mim! Eu te imploro, reza por mim!"
Benedita conta que, depois de abandonar a seita das testemunhas de Jeová, sua mãe tornou-se uma alma de muita penitência, tendo feito jejuns e vigílias por longos sete anos, até que Deus acolhesse a oferta dela pela sua conversão. Ela também lamenta o fato de que tantas pessoas ignorem ou se esqueçam de rezar pela conversão dos pecadores. "O Senhor me revelou – ela afirma – que, quando Ele salva uma alma, não o faz porque essa pessoa é especial, mas por pura misericórdia. Ele se comove com a oração, com os sacrifícios e com as lágrimas daqueles que imploram misericórdia e salvação para uma alma."
Enquanto estava no inferno, a mãe de Katja não a escutava, mas, mesmo assim, rezava pela filha, como sempre fazia, com devoção e amor maternais – uma oração que a própria filha recusava, porque, ela conta, "para mim eram orações de fanáticos que, em vez de fazer bem, traziam má sorte". Presa naquele quarto infernal, todavia, ela entendeu que não ter ninguém para rezar por ela era "uma verdadeira punição".
Subitamente, então, ela caiu em si e se encontrou de novo em sua cama, imóvel, pálida, e com os lábios "ligeiramente azulados". Os seus amigos estavam ali, espantados, enquanto ela tentava em vão pronunciar alguma palavra – experiência típica de quem acorda de um coma, comenta Socci. O que parecia não passar de um pesadelo, porém, fez a vida de Katja mudar totalmente de rumo.
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A experiência do inferno mostrou a Katja a contradição de sua vida: enquanto se dizia católica, a atriz vivia afundada no pecado. Ela acreditava que o pecado não era algo tão sério e dava de ombros para a voz da sua consciência: "Eu era uma pecadora que sequer me dava conta da própria condição. Porque o mundo repete a você que pecados não existem". Mesmo se declarando católica "no papel", a atriz morava junto com o seu namorado, ignorando a gravidade do seu pecado e considerando o seu sentimento de culpa um "fanatismo" herdado das testemunhas de Jeová. A partir daquela noite, ela sentiu a exigência de uma mudança radical na própria vida: terminou o seu relacionamento e fez uma peregrinação a Medjugorje, juntamente com sua mãe, com o propósito sincero de consagrar a sua vida ao serviço do Senhor.
Entre as várias formas de vida consagrada, Katja sentiu que a sua vocação particular era o deserto. Depois de uma experiência na África, no deserto geográfico, entendeu que o verdadeiro deserto que Deus lhe havia preparado era aquele da alma. A essa altura, ela decidiu aposentar-se, "como Maria Madalena aos pés de Jesus", abraçando a vida eremítica e tomando para si o novo nome de Benedita.
Foi assim que Katja abandonou definitivamente sua antiga vida para colocar-se aos pés do Senhor – a exemplo de São Bento, Santo Arsênio e Santo Antão, os quais têm em comum o fato de "terem confiado em Cristo e se entregado completamente a Ele", sem pretensões, sem procurar títulos, riquezas ou fama, sem fazer muitos projetos e racionamentos, mas vivendo "dia após dia a vontade divina".
Sua vocação, Katja explica tê-la aprendido da sua experiência pessoal: a primeira vocação é o batismo, mas, depois, "deve-se estar pronto a deixar tudo e todos, se Cristo chama, como chamou o jovem rico":
A mim, depois de sete anos de sacrifício e oração por parte de minha mãe, foi dada a graça de compreender que não basta ser batizada e ser católica 'no papel' [para salvar-se]. Descobri que Deus é católico, que a sua Igreja é a nossa querida Mãe, que devemos praticar a fé, que devemos observar os mandamentos e que o inferno existe!
"Deus nos conhece e conhece a nossa vocação", ela diz, e isso não é uma "coisa da cabeça ou do próprio gosto, mas algo sobrenatural". É o Espírito Santo que guia, não a razão ou os cálculos humanos. "Não tenhamos a pretensão de ter que entender tudo de Deus. Não devemos entender, mas amar".
Ao fim da entrevista, Benedita lança um apelo: "Aventurar-se com Cristo, acreditem em mim, vale a pena. Abram as portas dos seus corações a Cristo e Ele se revelará a vocês em todo o seu esplendor".
Com informações de Aleteia | Por Equipe CNP

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

"Não toquem nela" , ordenou Hitler aos seus soldados



... pois se havia uma pessoa a quem ele tinha grande medo, era Therese Newmann, muito desconhecida da maioria das pessoas. Ela era vigiada de perto pela Gestapo, polícia secreta nazista de Adolf Hitler.
Vou demorar um pouco esse artigo, pois carecemos de muitas fontes, e praticamente tudo precisa ser traduzido. Nós sabemos que nos dias de hoje muitas pessoas acham que a vida acaba aqui. E que a morte é o fim de tudo. Nós respeitamos e não julgamos suas opiniões... E hoje, construí um relato que pode fazer muito bem para todas as pessoas, porque é uma história de esperança.
Acho edificante que sejam conhecidas pessoas extremamente humildes, mas verdadeiros gigantes na fé e na vida. Nos próximos dias acrescentarei outros " desconhecidos". O objetivo do blog Exortações é simples: mostrar pessoas normais, não estrelas deslumbradas, que fizeram suas escolhas usando seu livre-arbítrio, a consequência dessas escolhas e a felicidade retirada (não me perguntem como) do meio das dores. Então, juntos façamos como instrui sabiamente São Paulo " Examinai a tudo e fiquem com aquilo que é bom"
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Therese Newmann (ou Teresa) nasceu no dia 8 de abril de 1898, em uma pequena aldeia da Baviera, Alemanha. Era a mais velha de dez filhos. Forte e inteligente, características muito importantes numa época em que os filhos mais velhos ajudavam a criar os mais novos e trabalhavam nas lavouras. Sua família sempre foi pobre. Além do trabalho na lavoura, seu pai era alfaiate.
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Um acontecimento mudaria completamente a vida de Teresa. Houve um incêncido no celeiro do seu tio, Martin Newmann, no dia 10 de março de 1918 e Teresa correu com baldes de água e tentava entregar para alguém que estava em cima do celeiro. Subiu num banco para facilitar. Foi quando aconteceu o acidente. Ela se desequilibrou e caiu. Com dores fortíssimas, ela não conseguiu andar sozinha, sendo que foi ajudada por uma mulher para chegar na sua casa.  A queda causou uma paralisia parcial da coluna, acompanhada por câimbras muito graves em suas pernas. Médicos foram chamados para avaliar a sua condição, mas eles não foram capazes de trazer algum alívio para sua condição séria.
 Um pensamento que causou em Teresa grande tristeza foi que ela sentiu que suas chances de se tornar uma irmã missionária foram desaparecendo. Por meio de um ato de vontade ela se forçou em todos os sentidos para ser tão ativa quanto a sua força limitada permitiria.  Esses esforços resultaram em vários acidentes e lesões adicionais.
Esta condição atingiu o auge em março de  1919, quando Therese ficou totalmente cega. Ela ficou confinada à cama. Uma grande reviravolta na vida da jovem forte, habilidosa e cheia de planos... Paralítica, cega, ela que era o braço direito da família, agora se via como um fardo.
Foi durante esse tempo que sua vida espiritual floresceu. Ela se ofereceu ao Santíssimo Coração de Jesus Cristo. As pessoas de sua família se revezavam para leituras espirituais, que ela amava! Gostava sobretudo as literaturas sobre Nosso Senhor, Nossa Senhora e dos santos, principalmente Santa Teresinha do Menino Jesus, que é bastante conhecida por nós.
Junto com as dores nas pernas e nas costas, escaras causadas por seu longo confinamento nessa condição indefesa foram adicionadas aos seus grandes sofrimentos. O Dr. Mittendorfer, de Munique, afirmou que essas feridas eram tão profundas que os ossos foram expostos. O padre Lawrence, que foi diretor espiritual de Teresa,  estava profundamente impressionado com a resignação da jovem.
Após quatro anos de sofrimento com paralisia e cegueira, um dia muito alegre estava se aproximando para Teresa. Em Roma, fora marcado para o dia 29 de abril de 1923, a beatificação de Santa Teresinha do Menino Jesus. Aquela que nos prometeu que após sua morte faria cair uma chuva de rosas! 
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 No quarto de Teresa, flores foram arranjados para enfeitar a imagem da "Pequena Flor", Santa Teresinha, que Teresa havia recebido de presente de seu pai. Muitos dias antes ela havia começado a Novena em preparação espiritual para o dia em que a Pequena Flor seria contada oficialmente entre os beatificados.
A cerimônia de beatificação de Santa Teresinha chegava ao fim na praça de São Pedro, em Roma. Nesse momento Teresa descobriu que sua visão foi completamente restaurada...
A canonização de Santa Teresinha estava marcada para o dia 17 de maio de 1925. Nesse dia, aconteceu a segunda intercessão milagrosa. Ou poderiamos dizer: caiu mais uma chuva de rosas?
Nesse dia, Teresa Newmann ouviu a voz de Santa Teresinha, que perguntou-lhe: " Teresa, você quer ficar curada?" Teresa respondeu: " Está tudo bem para mim: ser saudável, manter-me doente, morrer, qualquer coisa, desde que seja a vontade de Deus"
A voz continuou: "Teresa, você não ficaria alegre se recebesse pelo menos algum alívio no seu sofrimento? Pelo menos, ser capaz de sentar e andar novamente?" Teresa respondeu: "Tudo o que vem de Deus faz com que eu seja alegre" Mais uma vez a voz disse: "Teresa, vou obter para você uma pequena alegria: você agora deve ser capaz de sentar-se e caminhar, mas você ainda terá muito que sofrer. No entanto, não temais" E enquanto Santa Teresinha falava, era como se duas mãos fortes levantassem Teresa de sua cama, e depois de ser paralisada por seis anos, ela encontrou-se completamente curada. Não só ela foi curada da paralisia, mas das escaras abertas em seu corpo também.  Em questão de segundos, as feridas estavam completamente curadas e foram cobertas com uma camada fresca de pele.
A terceira intercessão de Santa Teresinha foi no dia 13 de novembro de 1925, quando Teresa novamente ficou muito doente com um ataque agudo de apendicite, para a qual seu médico ordenou que ela fosse levada para o hospital imediatamente. Santa Teresinha novamente lhe apareceu em uma visão, e obteve para ela uma cura instantânea. Estas graças extraordinárias inspiraram em Teresa Neumann uma confiança mais profunda em Deus, fato que era necessário pelo que estava prestes a acontecer em sua vida. 
 Em fevereiro de 1926, Teresa adoeceu com o que se acreditava ser uma gripe. Na manhã da primeira sexta-feira da Quaresma, 5 de março de 1926, Teresa sentiu uma grande fraqueza, que a obrigou a ficar na cama.  Ela estava sozinha em seu quarto durante a maior parte dessas horas, em uma condição que parecia ser um estado de semi-consciência, que, pelo menos em parte, era um êxtase divino.
Como ela estava, portanto, em seu leito de sofrimento, Teresa de repente viu o Divino Redentor, no Jardim do Getsêmani.  "Eu o vi ajoelhado no chão, e eu vi tudo no jardim, as árvores, as rochas, e também os três discípulos. Eles não estavam dormindo, mas na posição de sentados, apoiados em uma rocha. Eles pareciam bastante exaustos . De repente eu senti uma dor tão veemente no meu lado que eu pensei que o meu último momento havia chegado. Então eu senti alguma coisa escorrendo pelo meu corpo. Era sangue ".
O sangue continuava a escorrer até meio-dia do dia seguinte, e ela permaneceu tão fraca que mal sabia onde estava.  A medida que o dia passava, notou que sua camisola estava manchada de sangue no seu lado esquerdo. Ela descobriu que o sangue veio de uma ferida um pouco acima de seu coração.  Não querendo causar aos seus pais qualquer outra ansiedade, ela decidiu não contar a ninguém sobre a ferida, achando que em breve iria ficar curada. Conseguiu limpar seu lado, e em seguida, escondeu o pano ensanguentado sob o colchão de sua cama. Essa ferida,  acima de seu coração, foi o primeiro de seu estigmas e representa o lugar onde a lança de Longino penetrou o corpo sagrado de Jesus.
Na segunda sexta-feira da Quaresma, durante as primeiras horas da manhã de  ela foi arrebatado em uma visão e viu o Salvador, pela primeira vez no Jardim das Oliveiras e depois para a coluna de flagelação. A ferida em seu lado sangrava novamente.  Em sua simplicidade infantil e educação limitada, ela naturalmente não entendeu o significado do que estava acontecendo. Foi então, que Teresa contou para sua irmã Creszentia sobre o ferimento acima do coração.
Na terceira sexta-feira da Quaresma, 19 de março de 1926 ela viu Jesus Cristo novamente no jardim do Getsêmani, e como Ele foi coroado de espinhos, sendo que a ferida começou a sangrar mais uma vez. Isso mais uma vez deixou-a alarmada. Teresa e sua irmã não entenderam o significado da ferida. Pouco tempo depois, sua mãe percebeu e perguntou o que tinha acontecido, e ela respondeu que a ferida tinha vindo de si mesma. Porque Teresa parecia despreocupado com a ferida, sua mãe achou que era relativamente insignificante. Afinal, Teresa era uma mulher adulta, neste momento, apenas duas semanas antes do seu aniversário de 28 anos.  Na (sexta-feira antes da Semana Santa) 26 de março de 1926, ela viu o Salvador carregando o lenho da cruz e caindo sob o seu peso.  A ferida em seu lado sangrava novamente neste momento e uma ferida aberta apareceu nas costas da mão esquerda dela.  Esta nova ferida não podia mais ser mantida em segredo e nem a ferida do peito, já que sangrava profusamente e seu pai logo descobriu, assim como os tecidos  que foram previamente dobradas sob o colchão foram então descobertos. 
 Na noite de quinta-feira, 2 de abril de 1926, Teresa viu em êxtase, a Paixão completa de Nosso Senhor, a partir do Jardim do Getsêmani até a sua morte na cruz, tendo início na meia-noite de Quinta-Feira Santa, e terminando com amorte do Salvador na Cruz às 15:00 na sexta-feira à tarde. O sofrimento que veio sobre ela durante aquelas horas era tão insuportável que as palavras não podem descrevê-lo. Das feridas adicionais em suas mãos e pés, que agora estavam todos completamente penetrantes, o sangue fluiu copiosamente, como o fez a partir de seus olhos, rolando ambas as bochechas e recolher sobre sua garganta e no peito.
Blog de exortacaoeavisos : EXORTAÇÕES, "Não toquem nela" , ordenou Hitler aos seus soldados
 A visão de Teresa sofrendo em sua cama nessa condição lamentável era mais do que sua família poderia entender. À medida que as horas se passaram e seu sofrimento aumentava, eles perceberam que estavam testemunhando algo de origem divina. O padre Naber tinha a intenção de ungir Teresa, dando-lhe o sacramento da Extrema Unção. As três horas da tarde, caiu parecendo sem vida para trás em seus travesseiros, exausta.
Seus pais e padre Naber ficaram muito comovidos com o que viram. Depois que ela tinha sido lavada, Padre Naber cuidadosamente observado que Teresa tinha na parte de trás de cada lado e no peito do pé, "redondas feridas abertas a partir do qual o sangue flui clara." 
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Diante dos ferimentos causados ​​e a dor intensa, ela disse que a sensação era como se algo "estava furando lá dentro."   No ponto culminante da Semana Santa, durante a manhã de domingo de Páscoa de 1926, Teresa teve outra visão extática em que ela viu o Cristo ressuscitado, vestido com uma túnica branca.  A partir deste momento em diante, os sofrimentos da Paixão de Nosso Senhor seriam experimentados por Teresa a cada semana, que se iniciava geralmente nas noites de quinta-feira até sexta-feira à tarde. Na sexta-feira, 5 de novembro, 1926, Teresa recebeu nove feridas sobre a cabeça da coroação de espinhos, e também ferimentos nos ombros e nas costas,  o que representou sua participação na flagelação. Deste ponto em diante, as feridas da coroa de espinhos lhe exigiram que constantemente usasse um pano na cabeça, o que pode ser visto em muitas fotos dela. Assim, os estigmas sobre o corpo de Teresa Neumann tornaram-se completaos, incluindo o ferimento acima de seu coração, penetrantes feridas em suas mãos e pés, as nove feridas em sua cabeça, e os ferimentos nos ombros e nas costas. Nunca desapareceram e continuaram impressas no seu corpo até a morte.
No aniversário de sua morte, 30 de setembro de 1927, Santa Teresinha de Lisieux apareceu Teresa em uma visão e lhe disse que de agora em diante ela iria viver inteiramente da Eucaristia, e não teria necessidade de comida terrena. Este total abstinência de comida e bebida continuou até sua morte em 1962.
Isso levou o Bispo de Regensburg a pedir que Teresa fosse submetida a um período de observação médica. O pedido era para uma observação de quinze dias, para especialistas nestas matérias. Eles afirmaram que a fome pode, eventualmente, ter-se mais do que isso, mas um jejum completo de duas semanas sem tomar qualquer alimento líquido não era possível. O pai de Teresa concordou em cumprir a solicitação episcopal, e por isso Teresa estava sob a observação de quatro irmãs Mollersdorfer, membros de uma ordem de enfermagem, que vieram para a casa dela, supervisonadas pelo Dr. Seidl. 
 As indicações foram muito rigorosas e cuidadosamente calculadas para atender todas as contingências possíveis.  Teresa não poderia ser deixada sozinha por um único momento do dia ou da noite, seja em casa, na igreja, ou fora de portas. Por esta razão, mesmo a confissão habitual foi precipitada.  As irmãs banhavam Teresa com um pano úmido ao invés de uma esponja. Tudo era avaliado, analisado e investigado rigorosamente. 
Para o professor Ewald de Erlangen,  "Teresa deveria há muito tempo ter secado como uma múmia. Mas ela estava fresca, bonita e animada. Certa vez, ela foi questionada sobre como era possível que ela vivesse apenas da Eucaristia, e ela respondeu: "O Salvador pode fazer todas as coisas. Ele não disse que "a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida?"
Para Teresa foi dada a Graça de muitas visões de Nosso Senhor, e a ela também foi "mostrado" muitos detalhes da vida terrena de Jesus Cristo, de seu nascimento até a sua ressurreição.  Ela era freqüentemente visitado por nossa Mãe Santíssima, os santos e anjos. 
 É do conhecimento comum a muitos que Teresa sempre reconheceu sacerdotes como sacerdotes. Este foi um fenômeno particularmente misterioso que confundiu muitos visitantes. Um dia, um homem vestido com o traje formal de um bispo veio a Konnersreuth e visitou Padre Naber e Teresa. O padre Naber foi muito cordial com ele, mas quando Teresa entrou na sala,  reconheceu imediatamente que este não era um homem com as mãos consagradas. Ela virou-se de forma robusta em termos inequívocos, dizendo-lhe para sair e ficar de fora, dizendo: "Você é impostor". Mais tarde, foi relatado para a paróquia que este homem foi preso pela polícia como um vigarista que queria arrecadar dinheiro sob falsos pretextos. Teresa explicou que ela era capaz de reconhecer qualquer sacerdote ordenado por suas "mãos consagradas". Na ocasião (especialmente durante a Segunda Guerra Mundial) Sacerdotes viriam vestido como leigos comuns, e ela iria identificá-los imediatamente, dirigindo-se a eles, dizendo: "Olá Padre" . "Ela também poderia dizer imediatamente a diferença entre hóstias consagradas e não consagradas. Ela foi capaz de reconhecer a presença do Santíssimo Sacramento em uma Igreja tão longe quanto uma milha. Quando o Padre Naber perguntava a ela em várias ocasiões, em locais desconhecidos para ela, se o Santíssimo Sacramento estava presente, sua resposta era sempre imediata e definitiva.
Sabendo que Teresa sempre reconheceu a Igreja Católica ter o Santíssimo Sacramento presente, um padre uma vez perguntou-lhe: "É também verdade que você pode sentir quando um visitante recebeu a Sagrada Comunhão?"  "Sim", ela disse, "mas apenas dentro de um determinado período de tempo." Como uma alma vítima, Teresa sofreu principalmente para as almas dos pecadores.  Existem muitos eventos documentados que dão amplas provas para o fato de que  conversões notáveis ​​foram feitas em pessoas escolhidas por Deus, e obtido por meio de sofrimentos específicos que a ela foi dada.  Ela obteve estes conversão por sua participação na Paixão em união com Jesus, como aconteceu com o querido Padre Pio (São Pio de Pietrelcina, São Francisco de Assis, Santa Rita de Cássia e outros) Em outras palavras, ela sofreu em união com Jesus para a conversão dos pecadores. Em outras ocasiões, ela tomou sobre si os sofrimentos físicos dos outros, sempre é claro, com a permissão de Deus. Certa vez, ela tomou sobre si uma doença na garganta que ameaçava a vocação de um jovem seminarista. Ela sofria desta doença na garganta por muitos anos, até que o dia em que o seminarista recém-ordenado, agora um padre, celebrou sua primeira Missa. Naquele momento, aquela doença desapareceu completamente.
Milagrosamente ela compreendia vários idiomas. Muitos detalhes podem ser encontrados nos livros a respeito de sua utilização de várias línguas em seus êxtases, incluindo hebraico, grego, aramaico, português etc ... Parecia que ela era capaz de falar e entender qualquer que seja a língua nativa daquele a quem estava aparecendo para ela, por exemplo, o grego, hebraico e aramaico daqueles dos tempos de Jesus, o portugues de Santo Antônio, o latim de São Lourenço e até mesmo o dialeto francês dos Pirinéus na visão de Santa Bernadete de Lourdes. 
 No final de 1950 Therese começou a ter problemas cardíacos. No dia de sua morte, ela recebeu uma graça rara: uma comunhão milagrosa,  um evento que normalmente só aconteceu em altos dias de festa. O anfitrião apareceu e falou na língua de Teresa, tendo sido dado a ela a Eucaristia pelo próprio Nosso Senhor, às 10:30 da manhã. Após a visão e a recepção de Nosso Senhor, Teresa estava plenamente consciente, e durante um tempo, ela ainda era capaz de tocar para a sua irmã Marie. Algum momento depois,  Teresa parecia estar muito desconfortável, e tornou-se evidente que a luta de morte estava em progresso.  Marie ficou muito alarmada e imediatamente chamou o Padre Naber. Quando ele entrou na sala, Teresa Neumann já tinha apresentado sua santa alma ao seu querido Senhor e Salvador Jesus Cristo. Assim, em 18 de setembro de 1962, um dos maiores místicos e estigmatizados do nosso tempo passou para sua recompensa eterna.
O padre Schumann, realizou o rito de extrema-unção.  Ninguém na sala realmente acreditava que Teresa estava morta. Mais de cem vezes durante a vida, ela pareceu que estava morta e depois retornava ao normal.  Velas foram acesas, muitas vezes em tais ocasiões, porque não havia pulso, nem respiração ou batimentos cardíacos, e muitas vezes ela tinha sido declarada morta pelos médicos.
No entanto, desta vez, depois esperar várias horas, eles finalmente chamaram três médicos, que, eventualmente, a declararam morta. Com razão, os médicos foram obrigados a assistir e verificar o corpo de Teresa, a partir de terça-feira, 18 de setembro até o sábado, antes de o caixão ser fechado para o funeral. 
O processo de beatificação e canonização de Teresa Neumann foi inaugurado oficialmente em 13 de fevereiro de 2005 por Dom Gerhard Mueller de Regensburg, Alemanha e, portanto, é considerada oficialmente uma "serva de Deus" pela Igreja Católica. "Você não sofrerá com Deus apenas. Você também será feliz eternamente com Ele", disse-lhe Santa Teresinha do Menino Jesus.
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